domingo, 18 de outubro de 2009

OUTRA DO 'SERIAL LOVER'...

Mais uma do 'serial lover'...

'Serial killer' a gente sabe o que é... aquele que tem um ritual pra matar, faz tudo sempre do mesmo jeito, com detalhes de sadismo e tudo o mais...

Mas tem gente agora que está virando 'serial lover'. Com essa história de não mais querer se comprometer, é preciso sair à caça todos os dias, ou pelo menos todas as semanas. E isso dá trabalho e exige criatividade. Mas tem homem que, com a prática de não querer repetir de mulher, acaba repetindo o ritual...

E acabam acontecendo histórias divertidas (pra quem ouve o outro contar...).

Essa eu fiquei sabendo outro dia...

Em São Paulo, como a cidade é grande e tem um shopping a cada esquina, é costume as pessoas frequentarem o shopping mais perto de suas casas ou do trabalho. Dessa forma, cada um tem o seu shopping, ou no máximo dois: um perto de casa e o outro perto do trabalho.

A protagonista dessa história (com 'his' mesmo, porque foi verdade) que já passou há muito dos quarenta anos, foi abordada por um homem que, de tímido, não tinha nada. Ousado, foi logo elogiando, ressaltando-lhe os predicados. Ela, que realmente é uma mulher bonita, como já há algum tempo andava só, gostou do seu jeito ousado de abordar. Qual mulher não gosta de ser elogiada sem nem precisar jogar o seu charme para seduzir?

Daí para frente não é preciso nem contar... rolou um “ficar”...

Na despedida ele deu o telefone e pediu para ela ligar. Ela, ressabiada , demorou ainda um pouco, não deu tanta bola assim... Na semana seguinte ela vai a outro shopping, um que não era o “seu”.Qual não foi a sua surpresa quando, sentado a um café, lá estava ele... e sozinho!

Achando que isso era coisa do destino, um sinal de que aquele poderia ser, enfim, “o homem de sua vida”, ela, sem perdê-lo de vista, retoca o batom, ajeita o cabelo, ensaia os passos e a fala e vai ao tal café. Encontrando o tal sujeito, faz a cara ensaiada de surpresa e o cumprimenta esfuziante...

Ele, sem graça, balbucia palavras constrangidas... desculpa-se e explica - pelo menos foi sincero... - que estava esperando uma outra pessoa. Ela, inteligente e discreta, faz da atitude dele ironia. Entendera que já não era a mulher da vez...Elegantemente, sem cair do salto, se despede...
mas, para não perder o controle da situação, ela, estrategicamente, se posiciona para ver o que iria acontecer...

Ficou feliz! A tal mulher que ele estava esperando não apareceu... vai ver percebeu há tempo a estratégia que ele, ingenuamente, achou que nenhuma mulher iria descobrir...

domingo, 4 de outubro de 2009

ISA...BELA, consagrada a Deus!

Diante das luzes e da câmera, ela abriu os pulmões e a voz! A família, reunida, ouviu, como música suave aos seus ouvidos, a bela voz que anunciava a chegada da menina precoce que ainda muito brilhará nos palcos da vida!

Isabela desponta como uma estrela. Para brilhar! Isabela, forma latina do nome bíblico Isabel, protagonista do milagre da gestação em ventre outrora estéril.

Assistindo ao vídeo da estreia de Isabela, lembrei-me das minhas próprias cenas. Um dia, ao perguntarem à minha filha, ainda bem pequena - prima meio distante dessa nova atriz - sobre o que queria ser quando crescesse, ela respondeu, sem titumbear: - FAMOSA!!!

São assim mesmo as pessoas dessa linhagem: quer seja na música ou em outras artes, na medicina, na liderança, na arte culinária, na política e no dever, nas ciências, nas letras, na matemática e na informática, sempre são destaque, sempre fazem a diferença! Mas, dentre todos esses predicados, sempre se destacam na promoção do Reino de Deus!

Isabela, escolhida por Deus, já desempenha muito bem o seu primeiro papel e missão nessa vida: ela veio para trazer muita alegria!!! Renovar a vida! Apontar novos caminhos!

Modesta, Isabela parece "não estar nem aí" para o sucesso todo que já está fazendo. Não está, pelo menos por enquanto, preocupada em ser famosa...

Ela veio como um presente! Assim como Isabel trouxe no ventre o prenúncio da Promessa, Isabela traz consigo o prenúncio de novos tempos. Tempos de muita alegria, de muitas bênçãos!

Se tão pequenina, já está famosa, fico me perguntando: como será, então, quando Isabela crescer? Qual das artes ou ciências ela vai escolher?

Pensando bem, não importa o futuro: Isabela já É!


Minha homenagem a Isabela, filha da Carol e do Anderson, que nasceu no dia 1º de outubro de 2009. Pelo lado da mãe, que eu conheço bem, Isabela já é quarta geração: neta do Quico Fagundes e Susana Dytz, meus amigos do coração! Bisneta do Aldo Fagundes e do Edson Dytz e das saudosas Maria Luiza e Nilda. Do lado do pai, eu pouco sei! Mas, pelo que conheço do Anderson, também é uma família abençoada pelo Pai!

 

sábado, 3 de outubro de 2009

CARTA AO LEITOR

Andei meio quietinha esta semana... Como diz a Neca, andar de avião também cansa!

Fiquei cansada sim... Não pensei que seria dessa forma: ousadia essa minha a de lançar o "Bola de Cristal" simultaneamente em todas as principais cidades leitoras do Brasil! As outras capitais que me desculpem, mas não tenho mais fôlego para viajar. A Eleni, lá de Manaus, me perguntou: - 'Quando você vem para cá?'
A Beatriz deu a ideia: - 'Porque você não vai para Aracaju?'
Bem que eu gostaria de conhecer a capital Amazonense, pois até hoje nunca fui lá. Ficaria feliz também em rever os amigos sergipanos... mas, por enquanto, ainda não dá. Encerrei a turnê de lançamento, mas ainda há muito trabalho me esperando...

Fazendo um balanço, o começo foi ótimo! Em Brasília, graças à presença de tantos amigos, família e clientes, o lançamento superou minhas expectativas. Entre cerca de cem pessoas, apenas um leitor era desconhecido para mim. Todos os outros eram conhecidos e havia uma amiga de outra amiga. Ou seja, apenas 2% de novos leitores. No encerramento e na palestra na Livraria Cultura (quem não foi, perdeu!) quase metade da platéia era desconhecida para mim (a bem da verdade, não era tanta gente assim...). Em Porto Alegre, Rio e São Paulo, também conheci gente nova!

Quando fui à editora para, emocionada, receber os primeiros exemplares, Navarro, o editor, me falou: - 'Agora é que o trabalho começa! Editar um livro é fácil. O difícil é colocá-lo no mercado literário'. E isso eu senti mesmo! Fiquei sabendo, na Saraiva de São Paulo, que por semana chegam cerca de novos 200 títulos, entre livros,CDs e DVDs. Em Brasília, generosas, as livrarias deixaram o livro exposto na vitrine por mais tempo, mas, na Saraiva de São Paulo, no dia seguinte já estava só na prateleira... de crônicas! Na Cultura, em Brasília, não sei se ainda está exposto, mas, antes da noite de autógrafos, o livro estava em Psicologia.

Ao menos isso: o «Bola” está sendo considerado um livro de crônicas e de psicologia. Prefiro assim: mesmo querendo que o livro faça sucesso, melhor que seja classificado como de crônicas de psicologia. Tinha medo que ele fosse considerado livro de auto-ajuda. Ou pior, devido ao título metáfórico e literário, fosse classificado como livro de adivinhação e misticismo.
Não tenho nada contra essas categorias, mas não foi essa a minha intenção ao escrevê-lo!

Os próximos passos: enviar os prometidos e-mails a todos que foram aos lançamentos, com as suas fotos; atualizar minha lista de e-mails; enviar exemplares para pessoas formadoras de opinião (me sugeriram enviar para a Ana Maria Braga); divulgar nas escolas; criar um site; etc, etc, etc... Ufa! Fiquei cansada só de pensar!!!!

Sinceramente, não pensei que a vida de escritora seria tão agitada. Fico aqui, sentada, com meu notebook à frente, brincando de quem não trabalha, mas, sem perceber, trabalhando... E muito! Fora toda essa rotina de divulgação do livro, preciso continuar escrevendo, aperfeiçoando a minha escrita, sem deixar o consultório, minha primeira paixão e fonte de inspiração.

Por tudo isso, quero agradecer a todos o apoio que tenho recebido! O mais importante, para mim, foi o carinho com que sempre fui acolhida pelos leitores, a presença dos amigos nos eventos, a manifestação dos que, além de terem comprado, leram o livro e voltaram para dizer que gostaram. Ontem, no Brasília Shopping, encontrei a amiga Geni com sua neta Luisa, que é psicóloga. Com brilho nos olhos, Luísa me contou que leu, gostou e passou adiante. Emprestou para a mãe, que já leu e recomendou... gostei do comentário da Luisa: 'é um livro para presentear!'

Com certeza! Um livro que veio para mim como um presente, na inspiração do Encontro com toda a gente. Veio de presente para mim, e vai de presente para você...

A todos, minha gratidão. Eterna!

Beijos,

Dulcinéa