domingo, 27 de setembro de 2009

RESPOSTA A ANA, UMA MOÇA TRISTE

Não sei que Ana é essa...conheço muitas Anas, mas essa me chamou a atenção... ela deixou um comentário no blog, devido à crônica "Existem pessoas que amam demais?".

A Ana deixou esse recado...

OLÁ ME CHAMO ANA
UMA MOÇA QUE SOFRO MUITO POR AMAR DEMAIS E ESTOU PRECISANDO MUITO DE AJUDA NÃO AGUENTO MAIS CHORAR,ME AJUDE POR FAVOR PRECISO DE UMA PALAVRA AMIGA....

Não, Ana, você não ama demais. Amor nunca é demais... Falta de amor existe, sim, mas amor de sobra não... Porque amor nunca sobra. Amor, nunca, é demais...

O que sobra, o que é demais, são as complementações não saudáveis que fazemos. É quando fazemos pelo outro o que ele mesmo deveria fazer por si mesmo. Isso não é amor, pois tiramos do outro a oportunidade de crescer.

Outra situação, e essa é mais comum, é gostar de quem não gosta da gente. Ninguém escolhe de quem gostar. O que nos faz gostar são fatores na maioria das vezes inconscientes. Pode ser identificação, ou seja, gostar das mesmas coisas, ter os mesmos objetivos. Pode ser atração física... Ou pode ser algo inexplicável e mágico, o encontro de alma... O Encontro de que fala Moreno, o colocar-se, mutuamente, um no lugar do outro. O querer para o outro o que se deseja de melhor para si mesmo.

Acontece, Ana, que muitas vezes temos questões inconscientes que nos levam a gostar de pessoas que não estão nem aí por aqueles que o amam...

São pessoas que não sabem amar, pois quem sabe amar, mesmo que não queira estar com aquela pessoa especificamente, faz de tudo para não magoar o outro...

Quem sabe amar, ama primeiro a si mesmo. Quem sabe amar, ama a natureza, a Criação e o Criador. Quem sabe amar, ama as pessoas com o amor de compaixão... Quem sabe amar dessa forma, ama quem está ao seu lado também....

Amor, Ana, para mim, - e pode ser que tenha quem discorde disso.... -, nunca é demais... O que acontece é que muitas vezes amamos pessoas que não se amam, que nem fazem esforço para amar a si mesmas, não fazem esforço para amar a ninguém... E isso, Ana, é uma escolha.... depende de cada um querer...

Não adianta insistir em tentar fazer o outro gostar de você... Deixa para lá... aprenda a amar a si mesma que o outro depois vem atrás...

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

SE OUTROS PODEM, PORQUE EU NÃO POSSO TAMBÉM?

Ontem, enquanto fazia mil coisas, eu ouvia um documentário sobre Clarice Lispector que passava na TV.

Uma frase, dita por ela numa entrevista que está arquivada no Museu da Imagem e do Som, chamou minha atenção.

Ela falava que, quando criança, adorava ler. Ficava encantada com os livros e achava - mais ou menos isso o que ela dizia... - que os livros brotavam do nada... Até que um dia ela descobriu que, por trás das linhas escritas, havia uma pessoa, o autor. Então, ela pensou, se alguém pode, eu também posso! E foi assim, na visão da própria Clarice, que nasceu a escritora.

Acordei hoje pensando nessas palavras. "se o outro pode, eu também posso!” Se o outro consegue, porque eu não conseguiria também?

É claro que, como estreante nesse papel de escritora, identifiquei-me com esse depoimento e guardei essas palavras em minha mente e em meu coração.

Vou guardá-las para sempre, num lugar bem seguro, para não correr o risco de perdê-las. Ao mesmo tempo, quero compartilhá-las com todo o mundo!

Que sabedoria! Se outros podem...eu posso também...

Essa frase - cuidado! - pode ser interpretada tanto para o bem como para o mal!

Pessoas com uma formação ética debilitada poderão usar essa frase para justificar ações não muito honestas... é o famoso "Gérson", que numa certa época do passado era famoso: aquele que não via nada de mais em ultrapassar os limites do que é lícito: "se outros cometem pequenos delitos, porque eu também não posso praticá-los?"

Outro aspecto negativo é o que leva a maioria das pessoas ao consumismo exagerado: "se outras mulheres podem comprar uma bolsa de R$ 5 mil, porque eu não posso também? Se outros podem andar de carro importado, do ano, porque eu não?" Esse é um dos maiores perigos que nos acomete atualmente: o excessivo apelo para o consumo, além das nossas posses. Tenho visto muita gente enrolada em dívidas por não resistir aos apelos da nossa atual sociedade de consumo.

Mas o que desejo ressaltar hoje é o aspecto positivo dessa afirmação: "se outros podem, eu também posso". Se outros conseguem, eu também posso conseguir!

E isso se aplica a várias áreas: no terreno profissional, no terreno afetivo, na qualidade de vida...

Se outros podem seguir a carreira para a qual são vocacionados, porque eu não posso também?

Se outros podem encontrar um parceiro, constituírem uma família equilibrada e feliz, porque eu não posso também?

Se outros podem ter uma padrão de vida confortável, porque eu não posso também?

Se outros têm tempo para a prática de atividades físicas, porque eu não tenho também?

Se outros podem manter uma alimentação saudável e equilibrada, porque eu não posso também?

Se outros podem ter amigos verdadeiros, porque eu não posso também?

Se tantas pessoas podem amar e serem amadas, porque eu não posso também?

terça-feira, 22 de setembro de 2009

DE CORAÇÃO PARA CORAÇÃO!

Já li tanto livro bom!!!!! Se eu não soubesse que aprendi a ler aos seis anos, diria que já nasci sabendo ler...

Desde que me entendo por gente gosto de livros! Alguns eu comprava e não lia até o fim, mas guardava sabendo tudo o que tinha lá.

Comecei cedo - quem leu o "Bola" já sabe essa história... Aos três anos, meu encanto era o volume 3 (3 anos, volume 3) da coleção vermelha do Mundo da Criança. Acredita que eu achei e comprei essa coleção? Está lá, na estante da sala, para quem me visitar ter o prazer de também relembrar aquelas páginas coloridas que nos levavam ao país de sonhos e fantasias.

Depois vieram Monteiro Lobato, Machado de Assis... eram as coleções que tinha lá em casa, a casa da minha infância.

 Aos 17 anos comecei a ler Freud. Não sei por que meu pai tinha essa coleção, já que não era psicólogo, muito menos psicanalista. Acho que ele já sabia que duas de suas filhas seguiriam esse caminho...

Desde criança também aprendi a gostar de ler a Bíblia, cujas histórias sempre ouvia na Escola Dominical. Depois, vieram muitos livros de psicologia e deixei a literatura um pouco de lado... mas sempre gostei de poesia!

Aprendi muito com os livros. Os livros de ficção, os livros da escola, as crônicas. Sempre fui curiosa e leio de tudo um pouco, até bula de remédio, jornal velho, propaganda, etiqueta de shampoo...

Aprendi muito em tudo o que li. Mas, sabe? Sempre achei que o escritor era uma pessoa tão distante, tão importante, que nunca lembrei de lhe agradecer... Nunca imaginei que o autor gostaria de saber o quanto o seu livro me fez bem...

E esta semana recebi um comentário no blog que me emocionou... é da Suh, que de blogueira para blogueira, já se fez próxima de mim... Ela leu o livro e veio me agradecer...

Não há de que, Suh... parece que esse livro não fui eu mesma que escrevi... talvez tenha vindo de encomenda para você... eu mesma só fiz ouvir a voz que me ditava cada palavra...

Obrigada, Suh, pelo seu carinho!

De blogueira para blogueira!

De coração para coração!



Leia o comentário da Suh

Leia a postagem que a Suh fez no seu blog sobre o "Bola de Cristal"

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

AMOR CLANDESTINO

Amor clandestino é amor que nasce das estranhas e invade o coração.

É amor que chega com fogo, que ignora as barreiras, que invade a alma e transforma os preconceitos.

É amor que chega na surdina e acontece nas alcovas. Que nada pede e nada oferece, a não ser a vivência plena desse amor.

É amor que não tem regras impostas, mas que possui suas próprias regras, que emergem das circunstâncias em que acontece.

É amor clandestino mas não é amor bandido! Nem todo bandido é clandestino e nem todo clandestino é bandido...

Há clandestinidade em atos nobres incompreendidos ou reprimidos. Há clandestinidade no ocultamento da verdade que fere. Há clandestinidade no amor que precisa ser vivido, sem querer magoar a quem também se ama.

O amor clandestino não é ilegal. O amor clandestino não é imoral.

Imoral é viver a legalidade com desamor. É ferir com palavras e com silêncio. É impedir o outro de viver e de ser feliz!

Imoral é exigir preceitos sem sentimento!

Imoral é a falta de amor!

terça-feira, 15 de setembro de 2009

O Caminho das Indias e do Insconsciente Coletivo

E a novela terminou!

Teve até gente que não foi ao lançamento do "Bola", no Rio, por causa do último capítulo da novela.. Tudo bem! Não ouso concorrer com a Glória Perez! Que, aliás, nos brindou com uma linda viagem pelas Índias...

Uma viagem pelas paisagens cativantes, que nos fez - até eu que não andava mais ligada em novelas... - parar na frente da Globo para assistir ao desenrolar da trama.

A trama que trouxe à luz os preconceitos da sociedade em relação aos transtornos mentais, mostrando a realidade, diferenciando psicose de psicopatia.

Mas o tema central da novela foi resumido pelo personagem Chankar, representado por Lima Duarte: "O bem e o mal têm que estar sempre juntos para que o homem possa escolher. E o campo de batalha é a mente humana".

A novela retratou o bem e o mal, tanto no oriente, como no ocidente. Falou do preconceito, tanto no oriente, como no ocidente. Porque o bem e o mal não estão só no Brasil, nem só na Índia. Nem só em governantes, nem só nas populações marginais.

O bem e o mal estão em nossas mentes. Para a Psicologia Analítica, o mal está no Inconsciente Coletivo. É o arquétipo da Sombra!

Uma outra novela, "A próxima vítima" - lembram? -, definiu de forma simples e popular o que é a Sombra: "Todo mundo tem um lado que não nos deixa fazer papel de bobo na vida"...

Fazer o quê, então? Todos somos bons e maus...

Mas, para ser bom é preciso tomar consciência do nosso lado mau, do nosso lado sombrio. Só assim, conscientes do nosso potencial também para o mal, podemos dominá-lo, podemos controlar os nossos desejos e impulsos sombrios!

Ou seja, só reconhecendo que somos maus conseguimos trazer nossa luz à tona!

Só reconhecendo nosso lado mau é que podemos ser bons!

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

CARTA A UM VIZINHO

Prezado vizinho,

Desculpe a indiscrição de publicar essa carta, mas acho que tenho esse direito… afinal, é por sua causa que eu estou acordada, em plena madrugada.

Não deu para escutar tudo o que sua mulher gritava para você, mas deu bem para perceber que era voz de mulher... você nem conseguia falar... ela estava mesmo muito brava!

Curiosa que sou, fiquei com vontade de saber o motivo da briga. Confesso que fiquei prestando atenção para descobrir...

Mais uma vez, desculpe a indiscrição, mas foram vocês que provocaram... eu estava lá, quieta no meu apartamento, tentando dormir...

E deu para perceber uma frase, a frase fatal: “SE VOCÊ FIZER ISSO DE NOVO, ....(não vou dizer o seu nome, que também deu para ouvir...) EU LARGO TUDO!”

Larga o quê? O casamento? Larga você? Larga os filhos?????

Poxa, vizinho! O que será que você fez de tão grave? Bom, a essa hora da madrugada com certeza a briga não começou do nada. Ninguém acorda de madrugada e cutuca o outro para brigar...

Certamente, ou vocês chegaram juntos a essa hora e você tinha aprontado alguma, ou, o mais provável, foi você quem chegou a essa hora!

E aí, meu amigo, não adianta dar nenhuma desculpa:chegar às 3 da madrugada em casa, só com o atestado de óbito do melhor amigo para justificar o atraso... não tem mulher que acredite que você estava em alguma reunião de trabalho, ou que deu pane no sistema da empresa... ou que havia engarrafamento de trânsito...

Nessa hora, não adianta criatividade! Eu, que estou ouvindo a briga de fora, já imaginei o que sua mulher e todas as mulheres pensam quando o marido chega em casa a essa hora: tem outra na jogada!

E não adianta chegar de mansinho, dizendo que foi envolvido pela outra, ou quem sabe, que ... puxa, nem consigo imaginar o que você poderia dizer numa situação dessas... confesso que não dá nem para ajudá-lo a arranjar alguma desculpa criativa, uma em que ela acredite...

Não dá mesmo para imaginar o que poderia ser se não for outra...a não ser, meu amigo, que no seu caso seja outro! E se é esse o caso, é melhor confessar!

Diz para ela que você foi se encontrar com seu amigo, ficaram conversando até tarde, vocês beberam, não dava para dirigir bêbado e você acabou dormindo na casa dele... não precisa entrar em detalhes... ela não vai sentir o perfume francês que as outras costumam usar para denunciá-lo, nem vai encontrar manchas de batom...

Ela vai acreditar e entender a situação! Depois de desabafar e dizer tudo o que tinha que falar, ela vai se sentir culpada por tê-lo julgado mal, vai pedir desculpas por ter se precipitado, antes mesmo de ouvi-lo...

Para compensar as palavras ditas anteriormente, ela vai ser mais carinhosa e até se oferecerá a você... que neste caso, já satisfeito pela noite vivida, vai ter que, aí sim, arrumar uma boa desculpa para não a querer...

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

DEITADO EM BERÇO EXPLÊNDIDO, ÀS MARGENS DO IPIRANGA...

Neste 7 de setembro, abri o Twitter e estava lá a dica da jornalista Roseann Kennedy de um vídeo imperdível no Youtube: a cantora Vanusa cantando o Hino Nacional em tom dopado e totalmente “criativo”.

Achei interessante, por ser hoje 7 de setembro, “Dia da Pátria”. Dia de desfile da Independência!

Minhas lembranças percorreram a minha infância, quando eu ia com alegria ao Eixão (o Rodoviário, naquela época) assistir às comemorações do 7 de setembro. Lembrei de Dona Alita, diretora da Escola Classe 114 sul, que nos fazia cantar, sozinhos e em posição de sentido, diante de seus olhos e ouvidos atentos, o Hino Nacional, inteirinho e sem nenhum erro. Pelo visto, a Vanusa não estudou na 114...

O fato é engraçado, mas fiquei pensando em seu significado: não sabemos mais cantar o Hino Nacional! Antigamente se cantava com orgulho!

Na época da Ditadura, todos nós cantávamos o Hino Nacional com emoção e com o mesmo sentimento: o de defender a Pátria. Não importava em que lado você estava, se Esquerda ou Direita. Só que 'defender a Pátria' tinha significados diferentes, conforme o lado em que se estava...

Hoje, parece que Vanuza, cantando o Hino Nacional meio dopada, protagoniza a Nação Brasileira: meio dopada em meio a tantas ameaças internas de roubarem à nossa Pátria.

Ameaça que não vem de grande potências, como antes, quando se disputava não o território, mas as mentes, o maior tesouro de um povo.

A maior ameaça hoje é a do roubo interno. Do roubo do nosso Tesouro, através de manobras secretas que, como os roedores, entram sorrateiramente e subtraem, em pequenas parcelas, o que foi construído pelo suor dos rostos de trabalhadores honestos. Esta sim, tem sido a maior ameaça que estamos sofrendo!

E, diante disso, parece que todos se esqueceram como se canta o Hino Nacional... ou, quem sabe, aqueles que ainda tentam cantá-lo precisam dopar-se para criar-lhe uma nova versão!

Para assistir o vídeo: http://veja.abril.com.br/noticia/variedades/erro-deu-certo-496754.shtml

domingo, 6 de setembro de 2009

SOCORRO!

Socorro é nome de gente! É nome de mulher. Geralmente é Maria do Socorro, em homenagem à Santa Mulher!

Não sei como se sentem essas mulheres que se chamam Socorro... o que sei é que esse nome pode dar margem à brincadeiras e confusões. Como essa, verdadeira, que vou relatar!

A pessoa, vítima de um golpe de estelionato, havia feito uma transferência bancária. Quando deu por si, o expediente bancário já havia sido encerrado. Tentou em vão entrar em contato com a agência que, após o expediente externo, não atendia ao telefone.

Desesperada, diante do prejuízo que a mãe tivera, sua filha passa um fax para a agência, na esperança de que alguém, algum funcionário, ou o vigilante, quem quer que fosse, atendesse ao seu pedido para encontrar, quem sabe, uma solução.

E foi assim que ela enviou o fax, ás pressas, escrito à mão:

“SOCORRO! Minha mãe foi vítima de um golpe... precisamos bloquear um doc... “

Esse, pelo que sei, foi o início do tal fax emitido, que não teve, no mesmo dia, a sua resposta.

No dia seguinte, ela recebe um telefonema: “Fulana, aqui é a Socorro, do Banco..., recebi só hoje o seu fax.....”

Felizmente a história teve um final feliz! A tal Socorro não atendeu o pedido a tempo... mas houve alguém que, felizmente, atendeu o celular!

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

MADRUGADA

Na madrugada insone, no silêncio quebrado pelo “tic-tic” do relógio moderno, surge a inspiração para o texto. Surge a inspiração da escrita, da crônica e da poesia.

É no silêncio da madrugada, sem conversas, nem telefone, sem chamadas e interrupções, onde o único som a quebrar o silêncio é o ronco do estômago a reclamar...

É nesse silêncio da madrugada insone, onde se ouvem os gemidos do amor vizinho, a descarga do apartamento de cima, o chiado do notebook, o ruído do silêncio...

É nesse silêncio que medito sobre o que se ouve no silêncio!

No silêncio se ouve a própria voz. A voz da consciência, a voz interior, a voz do coração...

É no silêncio da madrugada insone, quando se tem a coragem de ouvir o silêncio sem a tentação de, ao toque do controle remoto, deixar as imagens e os sons televisivos invadirem nosso lar...

É nesse silêncio que se medita sobre a vida. É nesse silêncio que se pode lembrar os momentos felizes. É nesse silêncio que se pode sonhar, planejar, criar!

É no silêncio da madrugada insone que se pode mudar o pensar, e repensar a direção da vida.

É no silêncio da madrugada insone que se pode, com um toque, chamar o número da pessoa amada para conversar...

Ou, quem sabe, apenas, de mansinho, acordá-lo para amar!

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

SETEMBRO


Setembro é o mês da primavera!

É o mês do florescer!

É o mês da flores, das cores, da alegria e do renascer!

É na primavera do hemisfério norte que surge a Páscoa, com o coelhinho saindo da toca, simbolizando o Cristo que renasceu.

Aqui no Brasil, sem Páscoa, nem coelhinhos, temos o sete de setembro. Mês da Pátria, quando em Brasília os meios-fios são caiados para, com o enverdecer dos gramados pelas primeiras chuvas, contrastar com os canteiros floridos emoldurados pela grama vicejante.

É em setembro que aproveito para, após lançado o primeiro livro, voltar a escrever mais e mais.

O blog agora tem nova cara, novas cores... Tem até plano editorial, mesmo que leigo. Crônicas curtas e rápidas, mais constantes. Twitter para quem quiser receber mensagem no celular...

Sejam bem-vindos os prenúncios da primavera!
Sejam bem-vindos os leitores que aqui chegam para ver a casa nova, para visitar-me outra vez!